velhos no mercado de trabalho

Apps auxiliam idosos a se recolocar no mercado de trabalho; veja casos

Alguns aplicativos de serviços têm facilitado a (re)inserção de  profissionais mais velhos no mercado de trabalho, isso ocorre por meio de plataformas que permitem a divulgação de serviços e a busca por clientes.

Reproduzido do site 33 giga

É comum ver crianças de 2 anos brincando em tablets e smartphones. Na contramão, pessoas que nasceram nos anos 40 e 50, antes do advento da internet, ainda estão se adaptando a essa nova forma de se comunicar.

Alguns aplicativos de serviços, porém, têm influenciado a inserção de pessoas e profissionais da terceira idade ao uso da tecnologia em busca de clientes ou de prestadores de serviços de forma ágil e confiável. Hoje, por meio do celular, é possível conseguir um pedreiro, um professor e até encontrar uma manicure para fazer as unhas em casa.

GetNinjas

GetNinjas, plataforma de contratação de serviços, vem ajudando diversos profissionais adultos a buscarem recolocação profissional. O cadastro feito pelo aplicativo facilita a venda dos serviços de forma mais prática e rápida.

Apesar da facilidade, o marido de aluguel aposentado, Levi da Hora, 58, teve dificuldades no início, porém hoje já se acostumou. “Minha esposa sempre foi mais ligada à tecnologia, então, ela me auxiliou muito quando comecei na plataforma. No computador eu tinha mais facilidade, mas no celular realmente era mais complicado para mexer. Hoje em dia, já me adaptei e está mais automático.”

Singu

No marketplace de beleza e bem-estar, Singu, a artista Rosângela Forner, de 56 anos, encontrou por meio da tecnologia uma forma de voltar ao mercado de trabalho, apesar das dificuldades com o celular.

“Uma professor de estética me apresentou ao aplicativo da Singu. Inicialmente, senti muita dificuldade em lidar com a tecnologia, mas me esforcei bastante e aos poucos fui me adaptando. O app é bem intuitivo, o que torna o processo um pouco mais fácil. Algumas dúvidas mais pontuais, de vez em quando, eu costumava perguntar para a minha filha”, conta.

Uma solução para quem ainda possui dificuldades e pretende entender melhor como funciona a internet, a Happycode, escola de tecnologia e inovação, oferece um curso de Inclusão Digital para Terceira Idade no qual os alunos fazem novas descobertas e experiências que os integram às interfaces digitais de maneira simples e descomplicada. Todas as aulas são realizadas uma vez por semana, com duração de 1h30 e as turmas podem conter até 12 alunos.

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