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Cresce a procura de intercâmbio por pessoas com mais de 60 anos

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Casos como o do engenheiro mecânico aposentado José Amaral, 70 anos, que nos últimos quatro anos já realizou duas viagens de intercâmbio, estão sendo cada vez mais frequentes

Redação Plena

Casos como o do engenheiro mecânico aposentado José Amaral, 70 anos, que nos últimos quatro anos já realizou duas viagens de intercâmbio, estão sendo cada vez mais frequentes, constatam as Agências Selo Belta, empresas com selo de qualidade em educação internacional. Segundo a PESQUISA SELO BELTA 2016, o índice dos estudantes brasileiros da terceira idade que realizaram intercâmbio passou de 2,4% em 2012 para 7,7% em 2015. " Eles querem, além de aprender um novo idioma, conhecer uma nova cultura e alguns até preferem ficar em casa de família para ter um contato mais próximo com a cultural local", diz Maura Leão, presidente da BELTA (Associação das Agências de Intercâmbio).

Em 2012, José Amaral embarcou para Vancouver, no Canadá, para um intercâmbio de um mês e em outubro de 2016 embarcará novamente para estudar inglês, dessa vez em Cape Town, na África do Sul. "Acho que a principal vantagem de ter feito intercâmbio nessa idade é que nós nos preocupamos muito com o relacionamento humano e a cultura do país, em conhecer novos lugares com sua beleza típica", diz Amaral.

Quem seguiu os mesmos passos de José Amaral e investiu em cursos de inglês no exterior foi a professora de inglês aposentada Ester de Andrade, 74 anos, que viajou para Londres, na Inglaterra em 2002 e para Auckland, na Nova Zelândia, em 2013, com objetivo de ampliar o vocabulário e conhecer novos lugares. "Já tenho bom conhecimento de inglês, até hoje dou aulas particulares para quem precisa, mas sempre aprendo bastante nas viagens". Na foto abaixo, Juracy está com os colegas de curso.

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Segundo a BELTA, estão em alta a Argentina, Canadá, Estados Unidos, França, Malta, Inglaterra e Itália como destino para essa faixa etária. 

 

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