O próspero mercado do envelhecimento

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Há um ano o programa “Pequenas Empresas Grandes Negócios”  debateu a ‘terceira idade’ a partir das possibilidades de negócios existentes neste mercado. O que está claro é que a visão assistencialista do idoso, como alguém que precisa somente de serviços e produtos que o ajudem a enfrentar a velhice de forma acomodada está mudando. É cada vez maior o número de empresários que vê os idosos como pessoas autônomas, ativas e completamente inseridas na vida moderna. Wanderley Parizotto, criador do Portal Plena, foi um dos entrevistados.  Veja a matéria abaixo.

Redação Plena 

 

A nova geração de brasileiros com mais de 60 anos não quer ficar em casa parada vendo o tempo passar. Por isso, o empresário que tratar esse público com um olhar menos assistencialista vai se destacar no mercado.

Quando se fala em negócios para a terceira idade, pensamos em venda de fralda geriátrica, bengalas e agencias de cuidadores, mas o mercado do envelhecimento é bem maior do que isso. “Essa preocupação de quem está acamado, doente ou tem demência cerebral, obviamente existe e tem que ser olhado, mas quem olhar somente por esse ângulo, está tendo uma visão extremamente míope das possibilidades de negócio”, explica o consultor Wanderley Parizotto.

 

Foto de abertura: Neusa Souza, uma das entrevistadas do programa – crédito: PEGN

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