Aos 84 anos, ex-executivo lança livro relatando sua experiência de 7 décadas de trabalho

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"25.555 dias na estrada" é uma obra de crônicas sobre administração de empresas e gente. Uma visão panorâmica (1945/2015) da evolução e das transformações no mundo e nas empresas, a partir da visão de Mario Pacheco Fernandes

 

Redação Plena

 
Ao longo de 70 anos de trabalho, Mario Pacheco Fernandes acumulou um estoque invejável de experiências e conhecimentos: foi executivo de várias importantes empresas, atuou como consultor, abriu seus próprios negócios, desfrutando de forte reconhecimento como administrador e homem de marketing. Agora, decidiu reunir esses conhecimentos e experiências em seu primeiro livro: 25.555 dias na estrada – o que aprendi administrando empresas (Editora CLA, 206 páginas, R$ 44,00).
 
Escrita em estilo simples, direto e bem humorado, com frases e parágrafos curtos, a obra mostra as ideias do autor sobre administração, todas devidamente testadas ao longo de sua trajetória profissional (que correspondem aos 25.555 dias). São ideias que muitas vezes fogem do convencional e que resultaram em iniciativas de impacto, motivadas quase sempre por duas perguntas que sempre se fez, saindo do lugar-comum: Por que é isso é assim? Pode ser diferente e melhor?
 
Ao longo do texto, Mario Pacheco Fernandes apresenta também uma série de cases e histórias que vivenciou. Como ele mesmo explica, são exemplos que revelam a necessidade de estar atento para perceber as oportunidades e também para criá-las.
 
"É um livro de crônicas sobre administração de empresas e gente. Uma visão panorâmica (1945/2015) da evolução e das transformações no mundo e nas empresas. Pouca teoria: mostro o praticado que teve sucesso. Procuro destacar a importância de ficar esperto, antenado, pressentindo as oportunidades. Ser criativo, questionar o que está sendo feito. Tudo pode ser feito melhor", explica.
 
Quem é o autor
 
Mario Pacheco Fernandes nasceu em 1931, em São Paulo. Começou a trabalhar aos 14 anos, como vendedor de sacaria para café. Depois foi fazendeiro, escreveu e dirigiu programa para a TV Tupi, até entrar na área empresarial, onde teve uma carreira de sucesso. 
 
Atuou em grandes empresas, sempre em posições de destaque: Indústrias Romi (diretor comercial e superintendente da Romi Pernambuco), Gradiente (diretor comercial), Semp Toshiba (diretor comercial e diretor superintendente da Semp Manaus), Grupo Folha (superintendente da Cia. Litográfica Ipiranga e membro do Conselho da Presidência da Folha de S. Paulo), Indústrias Bergamo (diretor superintendente), Mais Ativo/Superbid (diretor de Grupo Especial de Clientes). Foi também consultor de diversas empresas e abriu alguns negócios, entre os quais a Locaset. 
 
Chefiou o Escritório de Pernambuco em São Paulo e ocupou cargos de direção em entidades como Associação Comercial do Rio, ABINEE, Associação Brasileira de Fabricantes de Móveis e FIESP. 
 

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