Não Me Esqueça: diretor faz documentário belíssimo retratando a perda progressiva da memória de sua mãe com Alzheimer

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Doença da mãe obriga a família a lidar com seus próprios conflitos e inclusive ensina-os a lidar com estes atritos de maneira mais terna

 

Redação Plena

O Alzheimer atinge cerca de 2 milhões de pessoas na Alemanha, entre elas a mãe do diretor David Sieveking. Para retratar a perda progressiva da memória dela, o avanço da doença e as relações familiares neste contexto, David fez um documentário belíssimo, traduzido para o português como Não Me Esqueça.
 
Enquanto batalha contra o esquecimento de sua mãe, David relembra o passado dos seus pais, que eram militantes no movimento hippie dos anos 1960 e tiveram um casamento aberto, o qual encontra-se agora sendo posto à prova de um modo dramático em função da doença de sua mãe.
 
As alterações sofridas por ela obrigam a família a lidar com seus próprios conflitos e inclusive ensina-os a lidar com estes atritos de maneira mais terna.
 
O filme, que vale a pena ser visto, lança a questão que acomete a todos os portadores de Alzheimer: a dualidade entre a pessoa que só é capaz de viver em um presente contínuo para o desaparecimento gradual de suas memórias, mas que também tem uma história pessoal de um passado.
 
Veja abaixo uma entrevista do diretor:
 

 

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