Funcionários do Bom Prato passam por treinamento para atender melhor os idosos

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Em 2014 os aposentados representavam 38,8% e em 2015 a frequência deste público passou para 44,2%, nas 51 unidades dos restaurantes populares do Estado de São Paulo
Redação Plena
 
Pesquisa realizada por técnicos do Programa Bom Prato, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo (SEDS) aponta aumento de mais de 5,2% na frequência de idosos com mais de 60 anos (de 38,5 para 43,7%). Em 2014 os aposentados representavam 38,8% e em 2015 a frequência deste público passou para 44,2%, nas 51 unidades dos restaurantes populares do Estado. 
 
Dados da Fundação Seade, apresenta que a Região Metropolitana de SP, em 2015, contava com 76,9% de idosos inativos (acima de 60 anos) e 0,9% desempregados.
 
Atenta ao aumento desta demanda, a coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (COSAN), responsável pelo Programa Bom Prato na SEDS promoveu a capacitação entre gestores e técnicos do Bom Prato.
 
O encontro foi realizado na EFAP – Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores. A palestra sobre o envelhecimento e os cuidados no atendimento da pessoa idosa foi realizada pela especialista de políticas públicas para idosos do Programa São Paulo Amigo do Idoso da Coordenadoria de Ação Social, Elaine Moura.
 
De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, a mudança no perfil e o aumento nesta faixa etária é consequência da crise econômica que assola nosso país. “O governo de SP está atento a essa crescente demanda e tem investido fortemente em serviços e equipamentos voltados aos idosos no estado”, disse Floriano.
 
Para a especialista do Programa SP Amigo do Idoso, Elaine Moura, o foco das atividades está na adaptação de toda a rede de serviços para atender as pessoas idosas de forma adequada. “Para ter êxito nesta mudança, é fundamental sensibilizar e capacitar os gestores e suas equipes”, alertou. 
 
A coordenadora da COSAN Rita Dalmaso enfatizou a importância de discutir com os colaboradores as principais necessidades dos idosos. “Em sua maioria moram sozinhos, precisam de atenção e proteção constante, explicou a coordenadora. 
 

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