O risco financeiro das pessoas com Alzheimer: quando a família deve assumir a responsabilidade de cuidar do dinheiro?

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No estágio mais avançado da doença, é possível fazer uma interdição judicial, situação na qual é nomeado pelo judiciário um curador que agirá em nome do paciente

 

Redação Plena / Fonte: ABRAz

 

A pessoa com Doença de Alzheimer, aos poucos, perde a capacidade de lidar com o dinheiro, de fazer contas e a noção de valor. Assim, corre o risco de ser assaltado, de fazer grandes doações e de perder dinheiro. É comum o uso de cartões magnéticos e a utilização de senhas para operações bancárias, mas a tecnologia pode ser um complicador no gerenciamento de contas e finanças, pois é comum o paciente perder as senhas e pedir ajuda a estranhos e, consequentemente, ficar mais suscetível a ações de pessoas de má fé. Quando o paciente fizer uso inadequado dos recursos e se expuser a riscos, deve-se questionar a continuidade de permanecer no controle de suas finanças e buscar alternativas seguras de transição de responsabilidades.
 
Dicas:
 
Verificar se as contas estão sendo pagas corretamente e se houve mudança significativa no padrão de gastos. Problemas nessas áreas são sinais comuns de necessidade de acompanhamento na condução de controle financeiro.
 
Evitar que o paciente tenha grandes quantidades de dinheiro em espécie.
 
Colocar contas em débito automático.
 
Sugere-se que um familiar de confiança tenha conta conjunta com o paciente.
 
O gerente do banco pode ser um aliado. Conte sobre a situação e peça para que, caso alguma movimentação estranha ocorra, a família seja avisada imediatamente.
 
No estágio mais avançado da doença, é possível fazer uma interdição judicial, situação na qual é nomeado pelo judiciário um curador que agirá em nome do paciente.
 
 

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