Implante ou prótese? Saiba qual o melhor procedimento para cada caso

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Coordenador do curso de Odontologia do UDF explica os tratamentos

 

Redação Plena

 

Um sorriso bem cuidado tem o poder de abrir portas, de demonstrar empatia e consequentemente atrair mais pessoas. Entretanto com o passar dos anos ou até mesmo por conta de acidentes, algumas pessoas podem acabar perdendo os dentes. Hoje em dia a Odontologia tem como papel primordial evitar a perda e prevenir as doenças bucais.
 
Para as pessoas que já perderam seus dentes, as opções de substituição passam pela confecção de próteses, sejam removíveis totais ou parciais, fixas e sobre implantes. Os tratamentos com essas próteses são realizados no processo de substituição dos dentes perdidos e envolve o emprego de técnicas que vão depender das condições existentes nos pacientes.
 
"Algumas desvantagens destas próteses são a durabilidade do tratamento, a segurança e confiabilidade, pois podem não apresentar boa retenção na boca e o possível desgaste dos dentes existentes", esclarece Emílio Barbosa e Silva, coordenador do Curso de Odontologia do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF).
 
Nos últimos anos, com o intuito de dar maior conforto, estabilidade e estética, boa parte dos tratamentos protéticos têm sido realizados com implantes dentais osseointegráveis, que são utilizados para substituição de dentes e raízes perdidos. Os implantes dentais tornaram-se uma excelente solução nesses casos, mas o coordenador explica que é preciso observar alguns pré-requisitos, como boa saúde geral e bucal dos pacientes, pois não podem ser portadores de doença ou condição que contra-indique o tratamento. Além disso, também é necessário possuir osso suficiente para instalação do implante, ter concluído o crescimento ósseo e apresentar vontade de receber o tratamento.
 
"Estes procedimentos têm sido realizados com bastante sucesso e satisfação dos pacientes, porém é importante que se realize um correto diagnóstico das condições individuais de cada pessoa e um criterioso planejamento de cada caso", afirma o coordenador. Após a conclusão do tratamento, é fundamental que o paciente seja instruído e acompanhado por um profissional qualificado para dar a devida manutenção.
 
O mercado de trabalho em odontologia é muito amplo. O profissional pode atuar em clínicas particulares, em órgãos públicos ou em consultórios próprios, além de campos de pesquisa. São diversas especialidades dentro deste ramo: clínica geral, ortodontia, cirurgia e traumatologia, odontogeriatria, odontopediatria, entre outas. No UDF o grande diferencial é que é possível ter uma aprendizagem da prática odontológica, embasada nos princípios de biossegurança que preparará o profissional a atender todas as necessidades do mercado, visando tratar o paciente como um todo.
 
 

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