Queda de cabelo nem sempre é calvície, diz especialista

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 Eflúvio telógeno ocorre principalmente em mulheres e pode estar associado a estresse e pós-menopausa

 

 

Redação Plena

Ao lavar os cabelos ou penteá-los, é comum que alguns fios se desprendam do couro cabeludo e caiam. Por dia, o ser humano perde cerca de 100 a 150 deles.  Porém, quando a queda passa a ser intensa, pode ser sinal de que algo no organismo não está bem. Esse "descontrole" é conhecido por eflúvio telógeno.
 
O eflúvio telógeno é caracterizado pela queda natural dos fios, porém com um pouco mais de intensidade, e ocorre principalmente em mulheres. As principais causas são alterações hormonais – como no período pós-parto, pré e pós-menopausa, climatério – estresse, doenças acompanhadas de febre alta, traumas físicos ou emocionais, pós operatório, doenças da tireoide, deficiências nutricionais, anemia, dietas muitos restritas, uso de medicamentos, etc. A queda se inicia entre 2 e 4 meses após o fator desencadeante.
 
O tratamento consiste basicamente em diferenciar as alterações de doenças que podem levar à queda dos cabelos e tratá-las. Diferenciando essas situações, é possível fazer um suporte nutricional mais adequado e acelerar a recuperação.
 
 “O eflúvio telógeno é reversível espontaneamente e melhora geralmente entre 1 a 3 meses, porém causa grande preocupação pela intensidade e rapidez da instalação da queda. Caso o tempo de duração seja mais prolongado, podem ser realizados novos exames para tentar identificar uma causa para o problema. Em poucos casos essa queda exacerbada pode se manter, levando a um quadro que chamamos de eflúvio telógeno crônico”, afirma Dra. Livia de Andrade Bessa, médica dermatologista do Centro Dermatológico Giovanni Bojanini.
 
 
 

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