Quedas: veja o que existe entre o cair e o levantar

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Imagine o seguinte: você mora sozinho, leva um tombo daqueles na cozinha de sua casa e não consegue sequer se mover.  Dependendo da gravidade desse tombo, você ficará ali talvez por muitas horas  até que alguém  sinta sua falta. Saiba como um colar ou uma pulseira pode fazer toda a diferença

Por Ana Vargas

 

Imagine o seguinte: você mora sozinho, leva um tombo daqueles na cozinha de sua casa e não consegue sequer se mover.  Dependendo da gravidade desse tombo, você ficará ali talvez por muitas horas  até que alguém  sinta sua falta, ligue insistentemente (se for uma pessoa persistente, é claro) e, vendo que você não atende, tome uma medida mais, digamos, prática, e vá até a sua casa (…) É exatamente nesse contexto  que um colar ou uma pulseira de teleassistência faz toda a diferença, porque basta que você aperte o botão para que uma atendente ligue para você e, ao ver que você não atendeu (ou atendeu e conseguiu contar o ocorrido) ligue, imediatamente, para alguém de sua confiança.

Perceba que, diante disso, fica mais fácil entender a importância de um aparelho de teleassistência. Ter ou não ter uma pulseira ou um colar como esse pode significar a diferença entre se manter vivo e em condições saudáveis mesmo depois de ter sofrido uma queda, pois as sequelas podem ser menores, é claro.

Quedas: veja o que existe entre o cair e o levantar

Se você tem menos de 60 anos, mora sozinho ou com outras pessoas, talvez possa pensar que o assunto 'quedas' não lhe diga respeito, certo? Mas, se você tem parentes idosos e se está envelhecendo de forma sedentária e sem a prática de atividades físicas, deveria ler essa matéria com atenção e as razões são inúmeras. A primeira é que, de um jeito ou de outro, estamos todos envelhecendo não importa em que fase da vida estejamos. E, se somos jovens e sofremos uma queda, nosso organismo precisará de um tempo para se adaptar aos problemas acarretados e a imobilidade é somente um deles. Agora, se somos mais velhos e temos mais de 50 anos,  essa adaptação se fará de forma cada vez mais lenta e esse fato está, naturalmente, relacionado à nossa faixa etária. Quanto mais velhos formos, mais teremos dificuldades para lidarmos com o impacto físico e emocional de uma queda.

Junte-se a isso o fato de que a falta de atividades físicas, o sedentarismo, a obesidade, a existência de doenças como osteoporose ou labirintite, entre outras muito comuns em quaisquer idades, sempre são  razões predeterminantes para que certas ocorrências tenham um ‘peso’ mais ou menos relevante em nossas vidas.

Mas embora o impacto de uma queda em uma pessoa que tenha mais de 65 anos possa acarretar problemas mais sérios, existem alternativas confiáveis e seguras que podem reduzir _ e muito _ tais impactos.  Uma dessas opções aliás, é bastante elogiada por uma simpática senhora paulistana chamada Irma D’Ambrosio. Aos  90 anos, essa descendente de italianos que, felizmente nunca sofreu uma queda e adora contar histórias, é  entusiasta de uma dessas alternativas.

Recuperação física X faixa etária

Mas, retomando o assunto do princípio, sabemos que ao longo da vida sofreremos profundas mudanças fisiológicas em todas as fases _ da infância à velhice _  mas será na última etapa que essas mudanças nos afetarão de modo mais incisivo e direto. A partir dos 65 anos, as alterações fisiológicas progressivas que sofremos limitarão nossa capacidade de adaptação, nosso  equilíbrio poderá ser afetado e estaremos mais suscetíveis a simplesmente cairmos, até sem razão aparente. Quantas vezes não ouvimos histórias sobre pessoas que ainda ontem, eram tão ativas e bem dispostas e que, ao sofrerem uma queda, entraram em um processo de decadência física que acabou por levá-las à perda de alguns anos de vida?

Mas porque caímos? De forma ‘científica’, podemos dizer que isso acontece devido a um ato falho (e não intencional de nosso corpo) ocorrido durante o processo de movimento. Assim, diante da impossibilidade física de nos movimentarmos corretamente em dado momento _ talvez estejamos com pressa, talvez desatentos…_  simplesmente, caímos.

Mas o problema é que quando isso acontece depois de certa idade, o efeito físico, além de ser bem maior, influencia aspectos da vida relacionados às emoções. Quando um jovem no auge dos seus dezoito anos, cai, ele ( se tiver boa saúde, é claro) facilmente se readaptará; mas 50 anos adiante, esse ‘jovem senhor’ de 68 anos de idade, poderá ter _ além das dores físicas _ problemas como perda de confiança e baixa autoestima que poderão levá-lo ao isolamento e,  em casos graves, à depressão. Lembre-se que, nesse caso, estamos nos referindo a uma pessoa que já enfrenta certas limitações físicas decorrentes da idade, ainda que  seja saudável ou praticante de atividades físicas.

Na velhice: forte impacto emocional

Mas, analisemos os  fatos: as quedas são os mais comuns e graves acidentes domésticos que afetam os idosos. Quando uma pessoa acima dos 60 anos cai, além de naturalmente, ficar hospitalizada, ela dependerá de outras pessoas para se locomover e isso poderá fazer com que queira se isolar. Isso ocorre porque caso se trate de uma pessoa ativa, poderá se ressentir da imobilidade e ficará deprimida por não poder praticar seu esporte favorito, por exemplo; e caso se trate de uma pessoa sedentária poderá ficar em uma situação ainda pior (pelas razões citadas no começo da matéria). Em casos graves, as quedas também podem acentuar a decadência física em curso e ocasionar a morte. Nos países ocidentais, 30% dos idosos sofrem quedas ao menos uma vez durante o ano e mais da metade destes, voltarão a sofrê-las.

Mas e no Brasil? Por aqui, o dado é semelhante: aproximadamente 30% das pessoas com 65 anos ou  mais que não moram em asilos ou casa de repouso, sofrem quedas (anuais) e metade delas voltará a sofrê-las. Em relação aos danos físicos, as quedas representam a sexta causa de mortes em pessoas da chamada ‘terceira idade’ e, vale ressaltar ainda que  cerca de 5% das quedas ocasionam  lesões graves que levam a mais de 200 mil hospitalizações (anuais) por fratura de quadril.

Como vimos até aqui, as quedas que atingem idosos representam um verdadeiro problema de saúde pública e evitá-las ou tornar seus efeitos menos  impactantes é um desafio que se apresenta a todos, tanto aos idosos – diretamente afetados _ quanto aos familiares e profissionais de saúde (entre outros) que convivem com as pessoas idosas.

Lembra da dona Irma do começo da matéria? Pois ela adora conversar com os vizinhos na ainda tranquila rua na qual mora há muitos anos e sua memória  permite que  se lembre de fatos da infância com riqueza de detalhes. Dona Irma encontrou na pulseira de teleassistência  segurança, comodidade e também faz questão de dizer que ‘adora conversar com os atendentes da empresa que são sempre muito atenciosos”.

Liberdade e autonomia

Os chamados aparelhos de teleassistência  têm sido bastante procurados tanto por idosos quanto por pessoas mais jovens que moram sozinhas. Talvez a história de dona Irma explique porque esse tipo de aparelho tem sido uma opção cada vez mais considerada nesses casos. Isso talvez ocorra porque  apesar das informações preocupantes vistas aqui, o uso do aparelho é instrumento importante que pode amenizar o impacto de uma queda.

Talvez seu uso seja recomendável para tranquilizar aqueles filhos preocupados, que tendem a agir, com relação aos idosos, como pais que possuem filhos que estão aprendendo a andar e não ‘desgrudam’ deles. Mas, no caso de um idoso que quer ter sua independência respeitada_ e que tem direito a isso _ o aparelho de teleassistência pode representar tanto a tranquilidade dos filhos quanto a autonomia e a segurança solicitada por seus pais.

A história de dona Irma, personagem de nossa matéria, ilustra bem essa questão: ela é usuária de uma pulseira da empresa brasileira  TeleHelp há três anos. Sobre a pulseira dona Irma diz que se sente muito segura ao usá-la. A decisão de comprá-la foi, aliás, dela, que faz questão de dizer também que 'adora conversar com os atendentes da empresa que são muito atenciosos e ligam sempre para saber se estou bem".

Para finalizar, podemos dizer que se o impacto de uma queda representa um grave problema de saúde pública mas, como demonstramos, há alternativas simples para evitá-las: além da liberdade e autonomia proporcionada pelos aparelhos de teleassistência como o oferecido pela TeleHelp, há também medidas simples e práticas que podem tornar o  espaço físico mais seguro.

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