Avós paternas são bem vindas! Tradicionalmente, a sogra é a avó mais distante dos netos. Porém, este quadro pode ser revertido

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 Não devemos subestimar as crianças. Elas percebem a relação que os pais têm com os avós e, mesmo que criem por si só afinidade com uma ou outra avó, essa relação interfere na opinião delas

 

Redação Plena

Um estudo realizado durante 20 anos com centenas de famílias revelou que 60% das mulheres casadas relataram infelicidade e estresse causado pela relação com a sogra. Com a chegada dos netos, esse conflito pode se estender por mais uma geração. Mas não precisa ser assim. Afinal, quanto mais avó por perto, melhor! E quanto mais diferente uma avó da outra, mais gostoso para os netos. Por isso especialistas aconselham a não comparar a avó materna com a avó paterna e a mantê-las próximas aos netinhos. Afinal, elas acabam sendo um contrapeso aos pais.
 
Por alguns motivos, a avó paterna acaba sendo a mais distante. Um dos motivos é a maior intimidade que existe entre mãe e filha, coisa que a sogra, em geral, não tem com o filho nem com a nora. Outro é que a própria sogra não se apega imaginando que uma eventual separação do casal, naturalmente a afastaria dos netos. Há casos, porém, em que a avó materna mora mais longe e a avó paterna é mais disponível, estando mais presente.
 
Se uma das avós está mais afastada, os pais podem incluí-la na vida da família convidando-a para passeios e almoços especiais, demonstrando que ela é bem vinda e que é importante os netos terem contato com ela. Para eles, avó é avó, não importante de quem é mãe.
 
E vale lembrar que não devemos subestimar as crianças. Elas percebem a relação que os pais têm com os avós e, mesmo que criem por si só afinidade com uma ou outra avó, essa relação interfere na opinião delas.
 
Na edição de abril da revista CLAUDIA Filhos, uma reportagem dá dicas de como a sogra pode se tornar uma aliada e participar ativamente da vida dos netinhos, lembrando o papel de cada um e que cada casa funciona de uma forma diferente.
 

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