#EscrevaParaLutar: campanha usa caligrafia de paciente com Parkinson para conscientizar sobre a doença

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Sonia é ex-professora e sempre usou a escrita para ensinar. Mas devido ao preconceito foi afastada da sala de aula. Agora, a letra dela pode ser usada por todos nós. Veja como

 

Redação Plena

 

Você sabia que quem sofre da Doença de Parkinson pode continuar exercendo grande parte das suas atividades normalmente? Foi para quebrar estes e outros tabus que a Roche  desenvolveu a campanha  #EscrevaParaLutar. O objetivo é bem simples: desmistificar o mal de Parkinson e levar informação para os além de 400 mil portadores da doença (muitos deles nem sabem que a possuem). Com a ajuda de um designer, transformaram a escrita de Sonia Cascino , portadora da doença, em uma fonte. Sonia é ex-professora e sempre usou a escrita para ensinar. Mas devido ao preconceito foi afastada da sala de aula.

Qualquer um pode usar a fonte Sonia Script (clique aqui), escrever uma mensagem de apoio e compartilhar nas redes sociais para combater o preconceito contra quem tem a Doença de Parkinson.

Veja a história da Sonia:

 

 

A doença

Conhecida por causar lentidão dos movimentos motores, tremores, rigidez e instabilidade muscular, a doença de Parkinson também pode ter sintomas como: distúrbios de sono, alteração do olfato, constipação intestinal e depressão – quadros clínicos que muitas vezes passam despercebidos ou são confundidos com outros problemas de saúde. Estima-se que haja cerca de 400 mil brasileiros com a doença, mas há uma parcela de casos ainda não diagnosticados. Os idosos são a faixa etária mais acometida pela doença de Parkinson. Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que o distúrbio atinge pelo menos 1% da população acima dos 60 anos.

A doença de Parkinson compromete a produção de dopamina, uma substancia química produzida pelo cérebro e que é responsável pela manutenção dos movimentos do corpo. A falta dessa substância causa tremor de repouso, lentidão dos movimentos, rigidez muscular e alteração do equilíbrio, além de alterações na fala e na escrita, podendo afetar a mobilidade e a independência do paciente.

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